sábado, 22 de janeiro de 2011


O que é isto que cabe tão bem na palma da mão?
Que pinta e borda com o sentimento,
Que marca para sempre, ainda que chegue ao fim...
Sente-se em festa, com os olhos como neon,
O peito pulsa forte.
No começo é uma incerteza,
Passos vacilantes não querem se entregar.
Permitir-se ou não ser amado ou amar.

O destino é onde a confiança predomina
Se trilharão o caminho do mundo semeando espinhos
Ou cegando-os com seus sorrisos.
Se as lágrimas serão de amor,
Se os sorrisos serão de dor.
Se o pensamento será um do outro...

E ao fim, então, será como que cravado na carne.
Moldado pelo tempo, informe em seus momentos.
Com suas cores ou sem cheiro, com sua música ou sem tempero...
Se houve dor, está para sempre marcado
Se houve amor, a morte não os separou...


Astehria.

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